Para construir um negócio lucrativo muitos pensam que o sucesso está baseado em vender, lançar produtos e conquistar o mercado. Mas não é bem assim. Uma empresa somente será bem sucedida se der LUCRO.
E para dar lucro a empresa tem que ser rentável, ou seja, a saúde financeira tem que ser acompanhada diariamente. Só que muitos empresários, donos de pequenos negócios, gerentes, etc., esquecem a importância disso.
Destacamos abaixo as fórmulas que devem ser acompanhadas sempre, como se fosse um mantra:
LUCRO OPERACIONAL: por meio dele é gerado os ganhos para distribuir aos sócios, pagar dívidas e recolher tributos incidentes sobre o lucro (IRPJ e CSLL)
• Receita líquida – custos dos produtos – despesas comerciais e administrativas = lucro operacional
MARGEM OPERACIONAL: A taxa mostra a eficiência operacional da empresa. Revela quanto sobra para cada R$ 100 de receita líquida, depois da subtração de todos os gastos operacionais.
• Lucro operacional / Receita líquida x 100 = Margem operacional
NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO: Por meio desta fórmula descobrimos quanto é necessário ter em caixa para cobrir os gastos do dia a dia do negócio. Ajuda a evitar rombos nas finanças.
• Valor das contas a receber + Valor em estoque – Valor das contas a pagar = Capital de giro necessário
INADIMPLÊNCIA: Conhecer a taxa de inadimplência permite evitar ser surpreendido por rombos no orçamento.
• Valor das contas a receber em atraso / Valor das contas a receber X 100 = Percentual de inadimplência
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
Ideias e inovações resultam em redução de custos. Reduzir custos é uma meta que acompanha muitos executivos e é uma tarefa que exige estudos internos para alcançar o sucesso. O objetivo deste blog é auxiliar os inúmeros diretores, gerentes e chefes que buscam ideias. Sigam pelo TWITTER http://twitter.com/IdeiasInovacoes
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
COMO EVITAR UM ROMBO NO ORÇAMENTO DA SUA EMPRESA?
Você está iniciando mais um dia na sua empresa e logo pela manhã descobre que nos próximos dias haverá um déficit no seu caixa. Como evitar um rombo no orçamento?
Comece controlando o fluxo de caixa. E isso pode ser feito atualizando diariamente as projeções de fluxo de caixa com receitas e despesas previstas para os próximos seis meses. O fechamento de uma negociação sem um planejamento do fluxo de caixa pode custar caro.
O controle de gastos como conta de telefone, aquisição de equipamentos, viagens de funcionários, etc., não deve sair da agenda do dono do negócio e deve ser acompanhado diariamente para não perder o pulso das finanças.
Além disso, como evitar apertos inesperados que comprometem o caixa e os investimentos?
1. Elabore projeções do fluxo de caixa;
2. Adote um cenário conservador e exclua as receitas dos clientes duvidosos e as reservas bancárias;
3. Mensalmente faça a provisão para pagamento de décimo terceiro salário e férias dos funcionários;
4. Simule cenários, como por exemplo, como ficará o saldo do caixa sem eventuais aplicações financeiras? Ou se aumentar a inadimplência?
Para não ser pego de surpresa, monitore a taxa de inadimplência e crie indicadores para acompanhar os motivos. “A estratégia permite dedicar esforços de cobranças para vencimentos com mais chances de recebimento.” É importante acompanhar:
1. A evolução dos juros e multa de cada cliente em atraso;
2. Registrar o histórico das cobranças;
3. Quantos e quais clientes estão com as contas atrasadas em até dez dias.
Assim, o dono de um negócio tem que ter em mente a seguinte frase: um olho no lucro e o outro no fluxo de caixa e na inadimplência.
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
Comece controlando o fluxo de caixa. E isso pode ser feito atualizando diariamente as projeções de fluxo de caixa com receitas e despesas previstas para os próximos seis meses. O fechamento de uma negociação sem um planejamento do fluxo de caixa pode custar caro.
O controle de gastos como conta de telefone, aquisição de equipamentos, viagens de funcionários, etc., não deve sair da agenda do dono do negócio e deve ser acompanhado diariamente para não perder o pulso das finanças.
Além disso, como evitar apertos inesperados que comprometem o caixa e os investimentos?
1. Elabore projeções do fluxo de caixa;
2. Adote um cenário conservador e exclua as receitas dos clientes duvidosos e as reservas bancárias;
3. Mensalmente faça a provisão para pagamento de décimo terceiro salário e férias dos funcionários;
4. Simule cenários, como por exemplo, como ficará o saldo do caixa sem eventuais aplicações financeiras? Ou se aumentar a inadimplência?
Para não ser pego de surpresa, monitore a taxa de inadimplência e crie indicadores para acompanhar os motivos. “A estratégia permite dedicar esforços de cobranças para vencimentos com mais chances de recebimento.” É importante acompanhar:
1. A evolução dos juros e multa de cada cliente em atraso;
2. Registrar o histórico das cobranças;
3. Quantos e quais clientes estão com as contas atrasadas em até dez dias.
Assim, o dono de um negócio tem que ter em mente a seguinte frase: um olho no lucro e o outro no fluxo de caixa e na inadimplência.
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
EM BUSCA DOS MELHORES RESULTADOS NA MINHA EMPRESA
A sua empresa está com faturamento lucrativo, mas parece que ainda falta alguma coisa? Isso acontece em muitos negócios que cresceram muito rápido e sem organização.
Muitos empresários enfrentam o seguinte quadro:
1. Não possui informações sobre a estrutura e a composição dos custos;
2. Há desperdício (matéria-prima e produção vão para o lixo);
3. O rendimento dos funcionários é baixo.
Neste cenário, e em busca de melhores resultados, a saída é: revisar todos os processos (da fabricação ao controle financeiro).
Ao revisar os processos algumas alternativas são importantes:
1. Padronizar e sistematizar as tarefas dos funcionários com o objetivo de aumentar a produtividade;
2. Os custos, os preços e as vendas de cada item ou produto devem ser acompanhados sempre;
3. A margem por produto deverá ser obtida por meio do rateio das despesas fixas. Ela poderá ser feita por diversos critérios: participação no faturamento, tempo de uso das máquinas, número de funcionários, etc.
Para combater o desperdício é fundamental acompanhar a produção e as vendas de cada item. Este acompanhamento poderá mostrar se o item que é produzido está acima da média de pedidos diários, semanais ou mensais. E a medida imediata é reduzir a produção e padronizar o processo.
Outro passo é acompanhar o lucro por produto. Lembramos que todos os produtos devem estar em uma planilha com todos os custos (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos) e o rateio das despesas fixas (aluguel e pagamento de funcionários).
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
Muitos empresários enfrentam o seguinte quadro:
1. Não possui informações sobre a estrutura e a composição dos custos;
2. Há desperdício (matéria-prima e produção vão para o lixo);
3. O rendimento dos funcionários é baixo.
Neste cenário, e em busca de melhores resultados, a saída é: revisar todos os processos (da fabricação ao controle financeiro).
Ao revisar os processos algumas alternativas são importantes:
1. Padronizar e sistematizar as tarefas dos funcionários com o objetivo de aumentar a produtividade;
2. Os custos, os preços e as vendas de cada item ou produto devem ser acompanhados sempre;
3. A margem por produto deverá ser obtida por meio do rateio das despesas fixas. Ela poderá ser feita por diversos critérios: participação no faturamento, tempo de uso das máquinas, número de funcionários, etc.
Para combater o desperdício é fundamental acompanhar a produção e as vendas de cada item. Este acompanhamento poderá mostrar se o item que é produzido está acima da média de pedidos diários, semanais ou mensais. E a medida imediata é reduzir a produção e padronizar o processo.
Outro passo é acompanhar o lucro por produto. Lembramos que todos os produtos devem estar em uma planilha com todos os custos (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos) e o rateio das despesas fixas (aluguel e pagamento de funcionários).
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
DIVERSIFICAÇÃO DE PRODUTOS PODE RESULTAR EM PERDAS E PREJUÍZOS
O faturamento está caindo e qual a melhor saída? Rapidamente muitos negócios optam por ampliar as opções de produtos. Mas será que essa alternativa promoverá um crescimento capaz de manter a saúde financeira?
Geralmente, o resultado poderá ser um acúmulo de prejuízos e dívidas bancárias. E se o dono do negócio não tem a mínima idéia da onde vem o prejuízo, as conseqüências poderão ser desastrosas.
Outro ponto que deve ser destacado é que muitos produtos não é garantia de lucro. Pelo contrário, o que garante o lucro é ter sucesso no mercado e VENDER.
Além disso, a sua empresa sabe qual é o item ou produto que é deficitário? Que está comprometendo os lucros? Como descobrir se o produto que estou vendendo está resultando em prejuízo? Vejam as dicas:
1. Coloque numa planilha o custo de produto a produto (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos);
2. O valor das despesas fixas (aluguel e folha de pagamento) deve ser rateado de acordo com a participação de cada item / produto no faturamento;
A partir daí, é possível apurar de forma individualizada o diagnóstico daquilo que é lucrativo ou que dá prejuízo.
E se eu descobrir que determinado produto dá prejuízo?
As alternativas para mudar o quadro são as seguintes:
1. Buscar a possibilidade de reduzir os custos;
2. Viabilizar a produção do item ou do produto dentro da própria empresa;
Se as duas alternativas não foram bem sucedidas, só resta uma saída: RETIRAR O PRODUTO DO MERCADO. Concluindo, aprenda a manter o foco naquilo que dá lucro para a sua Empresa, ou seja, concentre-se naquilo que dá resultado. É melhor ganhar mais com menos do que correr o risco de engrossar as filas daqueles que recorrerão a empréstimos emergenciais em bancos ou das empresas que não sobreviverão e fecharão as portas.
E por último, da mesma forma que o dono do negócio contrata os serviços de um advogado, contador, etc., em momentos de crise, vale a pena contratar um consultor para ajudar a encontrar uma causa dos problemas ou soluções.
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
Geralmente, o resultado poderá ser um acúmulo de prejuízos e dívidas bancárias. E se o dono do negócio não tem a mínima idéia da onde vem o prejuízo, as conseqüências poderão ser desastrosas.
Outro ponto que deve ser destacado é que muitos produtos não é garantia de lucro. Pelo contrário, o que garante o lucro é ter sucesso no mercado e VENDER.
Além disso, a sua empresa sabe qual é o item ou produto que é deficitário? Que está comprometendo os lucros? Como descobrir se o produto que estou vendendo está resultando em prejuízo? Vejam as dicas:
1. Coloque numa planilha o custo de produto a produto (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos);
2. O valor das despesas fixas (aluguel e folha de pagamento) deve ser rateado de acordo com a participação de cada item / produto no faturamento;
A partir daí, é possível apurar de forma individualizada o diagnóstico daquilo que é lucrativo ou que dá prejuízo.
E se eu descobrir que determinado produto dá prejuízo?
As alternativas para mudar o quadro são as seguintes:
1. Buscar a possibilidade de reduzir os custos;
2. Viabilizar a produção do item ou do produto dentro da própria empresa;
Se as duas alternativas não foram bem sucedidas, só resta uma saída: RETIRAR O PRODUTO DO MERCADO. Concluindo, aprenda a manter o foco naquilo que dá lucro para a sua Empresa, ou seja, concentre-se naquilo que dá resultado. É melhor ganhar mais com menos do que correr o risco de engrossar as filas daqueles que recorrerão a empréstimos emergenciais em bancos ou das empresas que não sobreviverão e fecharão as portas.
E por último, da mesma forma que o dono do negócio contrata os serviços de um advogado, contador, etc., em momentos de crise, vale a pena contratar um consultor para ajudar a encontrar uma causa dos problemas ou soluções.
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
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