Inicio este artigo com a seguinte frase: Coloque a pessoa errada no lugar errado e veja o “circo pegando fogo”! Muitas empresas fecham as portas porque a pessoa errada está no lugar errado. De repente foi indicado um amigo, um parente, etc., que não possui qualificação para exercer o cargo.
Relacionamos abaixo os cinco sinais que identificam a má gestão:
Ausência de decisão. Um gerente que não pode tomar decisões, não pode liderar equipes. E como uma empresa poderá ser eficiente se o seu gerente não tem poder para tomar decisão? Uma equipe estará condenada se estiver subordinada a um gerente que não pode decidir, ou que decide algo num dia e no outro muda a decisão.
Inconsistência de humor. Imagine os funcionários iniciando o dia perguntando: “Será que o chefe está de bom humor hoje?” Alterações de humor é o reflexo de um gerente inseguro com as próprias habilidades e que sempre tem receio de ser reprovado pelo superior.
Mesmice. Os maus gerentes têm por hábito contratar pessoas como eles. Podemos denominar de recrutamento de clones, porque buscam escolher pessoas com a mesma personalidade ou estilo semelhante. A ausência de diversidade não permite a contratação de pessoas com uma visão diferente e que podem contribuir com novas abordagens que resultarão em produzir as melhores práticas dentro da Corporação.
Favoritismo. O patrão, empresário, gerente ou administrador que está rodeado de “puxa-saco” demonstra insegurança na sua própria capacidade. Aqueles colaboradores que ele favorece, muitas vezes são pessoas que raramente discordam e nunca desafiam as opiniões do chefe. Reflita nessa frase: quando o chefe está sempre certo, algo está definitivamente errado.
Ausentar-se sem responsabilidade. Quando as coisas estão dando errado, maus gestores estão longe e dificilmente serão encontrados. Quando as coisas estão dando errado, eles desaparecem. Ou simplesmente jogam a responsabilidade em cima dos subordinados.
[Baseado no artigo Five signs of bad management, de John Baldoni]
Ideias e inovações resultam em redução de custos. Reduzir custos é uma meta que acompanha muitos executivos e é uma tarefa que exige estudos internos para alcançar o sucesso. O objetivo deste blog é auxiliar os inúmeros diretores, gerentes e chefes que buscam ideias. Sigam pelo TWITTER http://twitter.com/IdeiasInovacoes
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Gestão da mudança
Gestão da mudança envolve planejamento cuidadoso e implementação sensível. Outro fator importante é a participação das pessoas afetadas pelas mudanças.
Se você forçar mudanças nas pessoas sem envolvê-las, o resultado será apenas um: problemas.
Não podemos esquecer que mudança deve ser:
1) realista;
2) exeqüível e
3) mensurável.
Antes de iniciar a mudança organizacional, pergunte-se:
O que queremos alcançar com esta mudança, por que, e como sabemos que a mudança foi alcançada?
Quem é afetado, e como eles reagem a isso?
Quanto a essa mudança, podemos atingir a nós mesmos, e qual momento precisamos de ajuda?
Se você forçar mudanças nas pessoas sem envolvê-las, o resultado será apenas um: problemas.
Não podemos esquecer que mudança deve ser:
1) realista;
2) exeqüível e
3) mensurável.
Antes de iniciar a mudança organizacional, pergunte-se:
O que queremos alcançar com esta mudança, por que, e como sabemos que a mudança foi alcançada?
Quem é afetado, e como eles reagem a isso?
Quanto a essa mudança, podemos atingir a nós mesmos, e qual momento precisamos de ajuda?
quarta-feira, 22 de junho de 2011
DIAGNÓSTICO DA MÁ GESTÃO
Muitas Empresas, equipes ou gerentes não atingem o resultado esperado porque estão mergulhados na má gestão.
Veja os cinco pontos que devem ser avaliados:
• Miopia de mercado: jamais esqueça que pretensão é diferente de realização ou resultado. E aí eu deixo uma pergunta: será que os seus produtos estão fora de sintonia do mercado?
• Conflito: as pessoas que estão no projeto ou na tarefa sabem trabalhar em equipe?
• Estagnação criativa: os colaboradores não são estimulados a pensar e criar ideias? ou quando criam são desestimulados ?
• Falta de engajamento: os colaboradores vestiram a camisa e estão empenhados?
• Complacência: em muitas empresas os colaboradores acreditam que o passado glorioso resultará em um futuro glorioso. A realidade não é bem assim. Muitas Empresas que antes eram líderes de mercado perderam o posto, foram à falência ou foram vendidas.
Caro leitor, e em sua opinião, você concorda que as pequenas despesas podem ser grandes prejuízos? Relate a sua experiência.
Veja os cinco pontos que devem ser avaliados:
• Miopia de mercado: jamais esqueça que pretensão é diferente de realização ou resultado. E aí eu deixo uma pergunta: será que os seus produtos estão fora de sintonia do mercado?
• Conflito: as pessoas que estão no projeto ou na tarefa sabem trabalhar em equipe?
• Estagnação criativa: os colaboradores não são estimulados a pensar e criar ideias? ou quando criam são desestimulados ?
• Falta de engajamento: os colaboradores vestiram a camisa e estão empenhados?
• Complacência: em muitas empresas os colaboradores acreditam que o passado glorioso resultará em um futuro glorioso. A realidade não é bem assim. Muitas Empresas que antes eram líderes de mercado perderam o posto, foram à falência ou foram vendidas.
Caro leitor, e em sua opinião, você concorda que as pequenas despesas podem ser grandes prejuízos? Relate a sua experiência.
domingo, 20 de março de 2011
Pequenas despesas, grandes prejuízos
O controle da despesa nas Corporações não pode se limitar somente aos grandes gastos. Muitas vezes as pequenas despesas podem resultar em grandes prejuízos que corroem o orçamento de qualquer empresa.
A atenção tem que estar voltada às pequenas despesas constantemente por todos os gestores, haja vista que elas também são as vilãs no orçamento e isso é inegável.
Muitas vezes diversos especialistas em economia doméstica, em entrevistas em jornais, revistas, etc., recomendam uma atenção especial às pequenas despesas.
Por que em grandes corporações esse tema não é abordado como deveria? A resposta é simples: os gestores esquecem a importância do controle efetivo das pequenas despesas. Assim, a mesma preocupação que há no controle doméstico, deve ser estendida às grandes corporações.
Quais são as pequenas despesas que são esquecidas?
Podemos elencar inúmeras:
• Ligações telefônicas (para celulares, DDD, ligações a cobrar, tempo excessivo na duração das ligações para resolver problemas, etc.);
• Consumo de materiais de escritório (papel, tinta de impressora, impressões desnecessárias ou coloridas, cópias, etc.);
• Consumo de água e energia elétrica (vazamentos, lâmpadas acesas desnecessariamente, etc.);
• Cartão de crédito corporativo;
• Despesa de viagens (hospedagem, refeições, lavanderia, táxi, reembolso de quilometragem, pedágio, estacionamento, passagens aéreas, etc.)
Como podemos controlar as pequenas despesas? Seguem algumas sugestões:
• Ligações telefônicas: bloquear ligações para celulares, DDD ou ligações a cobrar; divulgar instruções para substituir ligações por e-mail; negociar melhores tarifas com as operadoras; se for necessário ligar, reunir todos os assuntos para que sejam tratados de uma única vez;
• Consumo de Materiais de Escritório: controle dos materiais; proibir impressões coloridas, orientar a impressão em frente e verso, controlar a quantidade de cópias, etc.;
• Despesa de viagens: definir regras de uso e controle é essencial; limitar e/ou definir preço máximo de reembolso; negociar os melhores preços com hotéis ou empresas aéreas.
Caro leitor, e em sua opinião, você concorda que as pequenas despesas podem ser grandes prejuízos? Relate a sua experiência.
A atenção tem que estar voltada às pequenas despesas constantemente por todos os gestores, haja vista que elas também são as vilãs no orçamento e isso é inegável.
Muitas vezes diversos especialistas em economia doméstica, em entrevistas em jornais, revistas, etc., recomendam uma atenção especial às pequenas despesas.
Por que em grandes corporações esse tema não é abordado como deveria? A resposta é simples: os gestores esquecem a importância do controle efetivo das pequenas despesas. Assim, a mesma preocupação que há no controle doméstico, deve ser estendida às grandes corporações.
Quais são as pequenas despesas que são esquecidas?
Podemos elencar inúmeras:
• Ligações telefônicas (para celulares, DDD, ligações a cobrar, tempo excessivo na duração das ligações para resolver problemas, etc.);
• Consumo de materiais de escritório (papel, tinta de impressora, impressões desnecessárias ou coloridas, cópias, etc.);
• Consumo de água e energia elétrica (vazamentos, lâmpadas acesas desnecessariamente, etc.);
• Cartão de crédito corporativo;
• Despesa de viagens (hospedagem, refeições, lavanderia, táxi, reembolso de quilometragem, pedágio, estacionamento, passagens aéreas, etc.)
Como podemos controlar as pequenas despesas? Seguem algumas sugestões:
• Ligações telefônicas: bloquear ligações para celulares, DDD ou ligações a cobrar; divulgar instruções para substituir ligações por e-mail; negociar melhores tarifas com as operadoras; se for necessário ligar, reunir todos os assuntos para que sejam tratados de uma única vez;
• Consumo de Materiais de Escritório: controle dos materiais; proibir impressões coloridas, orientar a impressão em frente e verso, controlar a quantidade de cópias, etc.;
• Despesa de viagens: definir regras de uso e controle é essencial; limitar e/ou definir preço máximo de reembolso; negociar os melhores preços com hotéis ou empresas aéreas.
Caro leitor, e em sua opinião, você concorda que as pequenas despesas podem ser grandes prejuízos? Relate a sua experiência.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Você já ouviu falar em Krating Daeng?
Krating Daeng, a princípio, soa estranho, mas para quem é empreendedor soa como uma grande oportunidade de negócio.
Leia mais no meu artigo publicado no Site Admistradores ou Rede O Gerente:
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/voce-ja-ouviu-falar-em-krating-daeng/53049/
http://ogerente.com.br/rede/empreendedorismo/negocio-de-sucesso
Caro leitor, comente sobre este artigo.
Leia mais no meu artigo publicado no Site Admistradores ou Rede O Gerente:
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/voce-ja-ouviu-falar-em-krating-daeng/53049/
http://ogerente.com.br/rede/empreendedorismo/negocio-de-sucesso
Caro leitor, comente sobre este artigo.
sábado, 5 de março de 2011
VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA A MUDANÇA? OU VAI RESISTIR?
A grande maioria dos profissionais não está preparada para as mudanças no seu ambiente de trabalho. É inegável que a realidade atual no mundo corporativo é de extrema competitividade do mercado e as corporações estão se adaptando às mudanças da concorrência.
No entanto, e você? Como tem encarado a mudança no seu local de trabalho? Você está pronto ou tem resistido?
A mudança é caracterizada pela implantação de um novo processo que terá reflexos no nosso local de trabalho em razão de algum procedimento interno ou externo.
Neste cenário, a flexibilidade é a melhor arma na adaptação à mudança. Jamais podemos fazer parte do time que resistirá, porque, mais cedo ou mais tarde, aqueles que resistem estarão fora do time.
Ou seja, mudança sem adaptação resulta em fracasso para a Empresa e, principalmente, para o profissional.
Por outro lado, o alinhamento do profissional às novas diretrizes resultará em uma mudança mais eficaz na corporação e todos observarão que ele está empenhado no novo processo.
Reconhecemos que os inimigos da mudança podem ser resumidos em dois pontos:
- Medo do desconhecido e
- Dificuldade de compreender os objetivos.
Para superar os dois pontos citados acima, é fundamental o envolvimento do profissional.
Portanto, não faça parte do time dos profissionais que consideram a mudança como um risco, em razão do alto grau de incertezas, gerando uma resistência explicita. Mas seja um aliado, defensor e praticante das mudanças.
Caro leitor, e na sua opinião, você está se adaptando às mudanças ou está resistindo? Relate a sua experiência.
No entanto, e você? Como tem encarado a mudança no seu local de trabalho? Você está pronto ou tem resistido?
A mudança é caracterizada pela implantação de um novo processo que terá reflexos no nosso local de trabalho em razão de algum procedimento interno ou externo.
Neste cenário, a flexibilidade é a melhor arma na adaptação à mudança. Jamais podemos fazer parte do time que resistirá, porque, mais cedo ou mais tarde, aqueles que resistem estarão fora do time.
Ou seja, mudança sem adaptação resulta em fracasso para a Empresa e, principalmente, para o profissional.
Por outro lado, o alinhamento do profissional às novas diretrizes resultará em uma mudança mais eficaz na corporação e todos observarão que ele está empenhado no novo processo.
Reconhecemos que os inimigos da mudança podem ser resumidos em dois pontos:
- Medo do desconhecido e
- Dificuldade de compreender os objetivos.
Para superar os dois pontos citados acima, é fundamental o envolvimento do profissional.
Portanto, não faça parte do time dos profissionais que consideram a mudança como um risco, em razão do alto grau de incertezas, gerando uma resistência explicita. Mas seja um aliado, defensor e praticante das mudanças.
Caro leitor, e na sua opinião, você está se adaptando às mudanças ou está resistindo? Relate a sua experiência.
sábado, 2 de outubro de 2010
QUEM SÃO OS INIMIGOS DA CRIATIVIDADE?
A melhor idéia está na sua mão, mas não está sendo fácil tirá-la do papel porque algumas etapas do processo impedem a implantação. E as etapas que impedem ocorrem em todas as Empresas e podemos chamá-las de inimigos da criatividade.
Os inimigos da criatividade podem comprometer inclusive a redução de custos na empresa.
Quem são os inimigos da criatividade?
1º. - BUROCRACIA – A inovação (ou idéia) apresentada é comprometida porque vários setores ou departamentos têm que aprová-la. A burocracia interna nas Empresas atrasa o lançamento de produtos ou serviços, além de contribuir no aumento de custos administrativos.
2º. - DISPUTAS – Brigas internas impedem a aprovação ou a liberação de informações. Rixas, rivalidades, brigas internas comprometem a implantação de um projeto, produto ou serviço. Aliás, as disputas internas refletem nos resultados da Empresa e, principalmente, afetam os acionistas. Colaboradores que agem assim não podem permanecer no quadro de funcionários da Empresa.
3º. - CUSTOS – Muitos projetos são descartados quando os custos para a implantação são apresentados. A primeira alegação que surge nas empresas é que a implantação comprometerá elevados recursos financeiros.
4º. - FALTA DE ESTÍMULO INTERNO – As Empresas imutáveis, onde as coisas não mudam, são inimigas da criatividade, porque os colaboradores não são envolvidos ou incentivados a criar e apresentar novas idéias. Afirmamos que a criatividade é inibida quando a Empresa não permite ou não incentiva.
5º. - MEDO – Muitas idéias são engavetadas porque os responsáveis pela aprovação têm medo de perder o emprego ou o poder.
Os inimigos da criatividade podem comprometer inclusive a redução de custos na empresa.
Quem são os inimigos da criatividade?
1º. - BUROCRACIA – A inovação (ou idéia) apresentada é comprometida porque vários setores ou departamentos têm que aprová-la. A burocracia interna nas Empresas atrasa o lançamento de produtos ou serviços, além de contribuir no aumento de custos administrativos.
2º. - DISPUTAS – Brigas internas impedem a aprovação ou a liberação de informações. Rixas, rivalidades, brigas internas comprometem a implantação de um projeto, produto ou serviço. Aliás, as disputas internas refletem nos resultados da Empresa e, principalmente, afetam os acionistas. Colaboradores que agem assim não podem permanecer no quadro de funcionários da Empresa.
3º. - CUSTOS – Muitos projetos são descartados quando os custos para a implantação são apresentados. A primeira alegação que surge nas empresas é que a implantação comprometerá elevados recursos financeiros.
4º. - FALTA DE ESTÍMULO INTERNO – As Empresas imutáveis, onde as coisas não mudam, são inimigas da criatividade, porque os colaboradores não são envolvidos ou incentivados a criar e apresentar novas idéias. Afirmamos que a criatividade é inibida quando a Empresa não permite ou não incentiva.
5º. - MEDO – Muitas idéias são engavetadas porque os responsáveis pela aprovação têm medo de perder o emprego ou o poder.
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