Imagine uma empresa que está num cenário difícil, com queda no faturamento e prestes a entrar no vermelho. Qual é saída?
Além disso, algumas perguntas podem ser feitas: a área de atuação está tendo crescimento no mercado? O seu negócio está perdendo espaço para a concorrência?
A solução do problema inicial é a avaliação do mercado e quais áreas merecem esforços para avançar e recuperar o terreno perdido. Este estudo das perspectivas mostrará quais são os segmentos promissores e que a sua Empresa terá que se concentrar e se esforçar.
O segundo passo é encontrar forma para se diferenciar e nada melhor do que ouvir os clientes. Como posso descobrir o que o cliente está pensando? O levantamento pode ser feito por meio de pesquisas, comunidades na internet, sites e publicações especializadas.
O terceiro passo é estabelecer metas de lucratividade para cada item, produto ou projeto. Quando isso é feito e se o lucro for abaixo do desejado, devem-se cortar os custos e adequar os preços. Se nada disso surtir efeito, é melhor retirar o item ou produto do catálogo da empresa. Lembre-se: jamais a empresa pode abrir mão da lucratividade.
A criação de indicadores de desempenho é outra arma para aumentar o faturamento. Os indicadores podem ser definidos por:
1. Aumento de Vendas;
2. Redução de Custos;
3. Melhora na Qualidade dos Produtos ou Serviços.
Após criar os indicadores, para cada um deve ser estabelecida uma meta e ela deve ser conhecida por toda a equipe.
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
Ideias e inovações resultam em redução de custos. Reduzir custos é uma meta que acompanha muitos executivos e é uma tarefa que exige estudos internos para alcançar o sucesso. O objetivo deste blog é auxiliar os inúmeros diretores, gerentes e chefes que buscam ideias. Sigam pelo TWITTER http://twitter.com/IdeiasInovacoes
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
EM BUSCA DOS MELHORES RESULTADOS NA MINHA EMPRESA
A sua empresa está com faturamento lucrativo, mas parece que ainda falta alguma coisa? Isso acontece em muitos negócios que cresceram muito rápido e sem organização.
Muitos empresários enfrentam o seguinte quadro:
1. Não possui informações sobre a estrutura e a composição dos custos;
2. Há desperdício (matéria-prima e produção vão para o lixo);
3. O rendimento dos funcionários é baixo.
Neste cenário, e em busca de melhores resultados, a saída é: revisar todos os processos (da fabricação ao controle financeiro).
Ao revisar os processos algumas alternativas são importantes:
1. Padronizar e sistematizar as tarefas dos funcionários com o objetivo de aumentar a produtividade;
2. Os custos, os preços e as vendas de cada item ou produto devem ser acompanhados sempre;
3. A margem por produto deverá ser obtida por meio do rateio das despesas fixas. Ela poderá ser feita por diversos critérios: participação no faturamento, tempo de uso das máquinas, número de funcionários, etc.
Para combater o desperdício é fundamental acompanhar a produção e as vendas de cada item. Este acompanhamento poderá mostrar se o item que é produzido está acima da média de pedidos diários, semanais ou mensais. E a medida imediata é reduzir a produção e padronizar o processo.
Outro passo é acompanhar o lucro por produto. Lembramos que todos os produtos devem estar em uma planilha com todos os custos (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos) e o rateio das despesas fixas (aluguel e pagamento de funcionários).
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
Muitos empresários enfrentam o seguinte quadro:
1. Não possui informações sobre a estrutura e a composição dos custos;
2. Há desperdício (matéria-prima e produção vão para o lixo);
3. O rendimento dos funcionários é baixo.
Neste cenário, e em busca de melhores resultados, a saída é: revisar todos os processos (da fabricação ao controle financeiro).
Ao revisar os processos algumas alternativas são importantes:
1. Padronizar e sistematizar as tarefas dos funcionários com o objetivo de aumentar a produtividade;
2. Os custos, os preços e as vendas de cada item ou produto devem ser acompanhados sempre;
3. A margem por produto deverá ser obtida por meio do rateio das despesas fixas. Ela poderá ser feita por diversos critérios: participação no faturamento, tempo de uso das máquinas, número de funcionários, etc.
Para combater o desperdício é fundamental acompanhar a produção e as vendas de cada item. Este acompanhamento poderá mostrar se o item que é produzido está acima da média de pedidos diários, semanais ou mensais. E a medida imediata é reduzir a produção e padronizar o processo.
Outro passo é acompanhar o lucro por produto. Lembramos que todos os produtos devem estar em uma planilha com todos os custos (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos) e o rateio das despesas fixas (aluguel e pagamento de funcionários).
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
DIVERSIFICAÇÃO DE PRODUTOS PODE RESULTAR EM PERDAS E PREJUÍZOS
O faturamento está caindo e qual a melhor saída? Rapidamente muitos negócios optam por ampliar as opções de produtos. Mas será que essa alternativa promoverá um crescimento capaz de manter a saúde financeira?
Geralmente, o resultado poderá ser um acúmulo de prejuízos e dívidas bancárias. E se o dono do negócio não tem a mínima idéia da onde vem o prejuízo, as conseqüências poderão ser desastrosas.
Outro ponto que deve ser destacado é que muitos produtos não é garantia de lucro. Pelo contrário, o que garante o lucro é ter sucesso no mercado e VENDER.
Além disso, a sua empresa sabe qual é o item ou produto que é deficitário? Que está comprometendo os lucros? Como descobrir se o produto que estou vendendo está resultando em prejuízo? Vejam as dicas:
1. Coloque numa planilha o custo de produto a produto (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos);
2. O valor das despesas fixas (aluguel e folha de pagamento) deve ser rateado de acordo com a participação de cada item / produto no faturamento;
A partir daí, é possível apurar de forma individualizada o diagnóstico daquilo que é lucrativo ou que dá prejuízo.
E se eu descobrir que determinado produto dá prejuízo?
As alternativas para mudar o quadro são as seguintes:
1. Buscar a possibilidade de reduzir os custos;
2. Viabilizar a produção do item ou do produto dentro da própria empresa;
Se as duas alternativas não foram bem sucedidas, só resta uma saída: RETIRAR O PRODUTO DO MERCADO. Concluindo, aprenda a manter o foco naquilo que dá lucro para a sua Empresa, ou seja, concentre-se naquilo que dá resultado. É melhor ganhar mais com menos do que correr o risco de engrossar as filas daqueles que recorrerão a empréstimos emergenciais em bancos ou das empresas que não sobreviverão e fecharão as portas.
E por último, da mesma forma que o dono do negócio contrata os serviços de um advogado, contador, etc., em momentos de crise, vale a pena contratar um consultor para ajudar a encontrar uma causa dos problemas ou soluções.
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
Geralmente, o resultado poderá ser um acúmulo de prejuízos e dívidas bancárias. E se o dono do negócio não tem a mínima idéia da onde vem o prejuízo, as conseqüências poderão ser desastrosas.
Outro ponto que deve ser destacado é que muitos produtos não é garantia de lucro. Pelo contrário, o que garante o lucro é ter sucesso no mercado e VENDER.
Além disso, a sua empresa sabe qual é o item ou produto que é deficitário? Que está comprometendo os lucros? Como descobrir se o produto que estou vendendo está resultando em prejuízo? Vejam as dicas:
1. Coloque numa planilha o custo de produto a produto (valor da matéria prima ou da aquisição para serem revendidos);
2. O valor das despesas fixas (aluguel e folha de pagamento) deve ser rateado de acordo com a participação de cada item / produto no faturamento;
A partir daí, é possível apurar de forma individualizada o diagnóstico daquilo que é lucrativo ou que dá prejuízo.
E se eu descobrir que determinado produto dá prejuízo?
As alternativas para mudar o quadro são as seguintes:
1. Buscar a possibilidade de reduzir os custos;
2. Viabilizar a produção do item ou do produto dentro da própria empresa;
Se as duas alternativas não foram bem sucedidas, só resta uma saída: RETIRAR O PRODUTO DO MERCADO. Concluindo, aprenda a manter o foco naquilo que dá lucro para a sua Empresa, ou seja, concentre-se naquilo que dá resultado. É melhor ganhar mais com menos do que correr o risco de engrossar as filas daqueles que recorrerão a empréstimos emergenciais em bancos ou das empresas que não sobreviverão e fecharão as portas.
E por último, da mesma forma que o dono do negócio contrata os serviços de um advogado, contador, etc., em momentos de crise, vale a pena contratar um consultor para ajudar a encontrar uma causa dos problemas ou soluções.
*Baseado na reportagem da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” – no. 249 - Outubro, 2009.
FUJA DE FINANCIAMENTOS EMERGENCIAS
Imagine um empresário que ao abrir o seu negócio traçou uma moderna estratégia comercial e de marketing. Contudo, as contas não estão em dia. Neste cenário, muitos focam mais nas vendas e nos produtos, e não dão importância ao alicerce da Empresa: a gestão financeira.
Ignorar a gestão financeira é fatal. A péssima junção entre má gestão do capital de giro e crédito caro conduz as empresas a um só caminho: QUEBRA !
Assim, para fugir de financiamentos emergências, todo empresário tem que incluir no planejamento e nas projeções uma folga de caixa para o pagamento das contas.
Além disso, projete as receitas e despesas mês a mês do negócio. Todos os gastos têm que ser relacionados: pagamento de funcionários, aluguel, telefone, água, energia elétrica, pagamento de férias, décimo terceiro salário de funcionários, etc.
Outra arma que pode ser utilizada é o planejamento de cenários otimistas e pessimistas num período de 12 meses. E neste último cenário, é necessário desenhar o plano para injetar dinheiro sem recorrer aos bancos.
Os três itens que devem seguir o empresário podem ser resumidos assim:
1. Planejar;
2. Estabelecer objetivos claros;
3. Implantar a gestão financeira eficiente.
Portanto, para escapar de financiamentos emergenciais, faça a gestão financeira.
Ignorar a gestão financeira é fatal. A péssima junção entre má gestão do capital de giro e crédito caro conduz as empresas a um só caminho: QUEBRA !
Assim, para fugir de financiamentos emergências, todo empresário tem que incluir no planejamento e nas projeções uma folga de caixa para o pagamento das contas.
Além disso, projete as receitas e despesas mês a mês do negócio. Todos os gastos têm que ser relacionados: pagamento de funcionários, aluguel, telefone, água, energia elétrica, pagamento de férias, décimo terceiro salário de funcionários, etc.
Outra arma que pode ser utilizada é o planejamento de cenários otimistas e pessimistas num período de 12 meses. E neste último cenário, é necessário desenhar o plano para injetar dinheiro sem recorrer aos bancos.
Os três itens que devem seguir o empresário podem ser resumidos assim:
1. Planejar;
2. Estabelecer objetivos claros;
3. Implantar a gestão financeira eficiente.
Portanto, para escapar de financiamentos emergenciais, faça a gestão financeira.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
CINCO DICAS PARA CORTAR CUSTOS NA SUA EMPRESA
Nos principais meios de comunicação são divulgados levantamentos promovido pelo Sebrae sobre as pequenas empresas que morrem precocemente. E os erros são os mesmos, ou seja, falta de planejamento, desconhecimento dos custos, orçamentos elaborados erroneamente, problemas de capital de giro.
Dessa forma, elencamos algumas dicas que ajudam a cortas os custos de uma empresa:
1. Administre rigorosamente os preços dos fornecedores: as negociações não podem ser deixadas nas mãos dos funcionários. A administração dos preços é a forma mais prudente para cortas os gastos. Participe de todas as etapas das negociações. Não se esqueça que os funcionários podem se tornar amigos dos vendedores e a sua empresa poderá ser prejudicada.
2. Examine minuciosamente o custo de cada item comprado: antes de qualquer coisa é fundamental estabelecer os limites máximos que serão impostos / negociados com os fornecedores. Este procedimento tem que ser adotado com o item ou produto que tem maior representatividade no volume das compras.
3. Promova uma concorrência rigorosa entre fornecedores: determina a periodicidade para promover uma concorrência entre os fornecedores da empresa, pois permite possibilidade de redução de preços.
4. Esgote os estoques: a maioria dos funcionários ao encomendar um produto tem por hábito solicitar um número maior do que o necessário. Antes de fazer novos pedidos, os estoques devem estar no nível mais baixo.
5. Reavalie a necessidade de troca de computadores: a substituição dos computadores da sua empresa realmente trará benefícios? Aumentará o lucro? O investimento contribuirá para aumentar o lucro ou a produtividade será pequena?
Portanto, por mais inovador ou atraente que seja o seu negócio, se não houver um bom planejamento desde o início, a sua empresa será uma séria candidata a intregar as estatísticas e levantamentos de empresas que não sobreviveram mais que cinco anos.
Dessa forma, elencamos algumas dicas que ajudam a cortas os custos de uma empresa:
1. Administre rigorosamente os preços dos fornecedores: as negociações não podem ser deixadas nas mãos dos funcionários. A administração dos preços é a forma mais prudente para cortas os gastos. Participe de todas as etapas das negociações. Não se esqueça que os funcionários podem se tornar amigos dos vendedores e a sua empresa poderá ser prejudicada.
2. Examine minuciosamente o custo de cada item comprado: antes de qualquer coisa é fundamental estabelecer os limites máximos que serão impostos / negociados com os fornecedores. Este procedimento tem que ser adotado com o item ou produto que tem maior representatividade no volume das compras.
3. Promova uma concorrência rigorosa entre fornecedores: determina a periodicidade para promover uma concorrência entre os fornecedores da empresa, pois permite possibilidade de redução de preços.
4. Esgote os estoques: a maioria dos funcionários ao encomendar um produto tem por hábito solicitar um número maior do que o necessário. Antes de fazer novos pedidos, os estoques devem estar no nível mais baixo.
5. Reavalie a necessidade de troca de computadores: a substituição dos computadores da sua empresa realmente trará benefícios? Aumentará o lucro? O investimento contribuirá para aumentar o lucro ou a produtividade será pequena?
Portanto, por mais inovador ou atraente que seja o seu negócio, se não houver um bom planejamento desde o início, a sua empresa será uma séria candidata a intregar as estatísticas e levantamentos de empresas que não sobreviveram mais que cinco anos.
Marcadores:
cortar custos; sebrae; planejamento
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
50 FRASES PARA NÃO MUDAR*
Leiam abaixo as 50 frases que geralmente ouvimos quando as pessoas não querem mudar ou aderir a um projeto:
1. É muito caro;
2. É contrário à política da empresa;
3. Isso é responsabilidade de outra pessoa;
4. Eu não tenho certeza se o meu chefe vai gostar disso;
5. Nós sempre fizemos isso deste jeito e deu certo;
6. Isso é complicado;
7. Nós ainda não temos consenso;
8. Eu não posso fazer;
9. Eu não tenho mão-de-obra;
10. Estamos fazendo como tem que ser feito;
11. Nós tentamos isso antes e não deu certo;
12. Isso é apenas modismo e não funciona aqui;
13. Isso é contra a tradição;
14. Não há tempo suficiente;
15. Não se pode fazer;
16. Talvez. Talvez não.
17. Nunca fizemos isso antes;
18. Não é meu trabalho;
19. Isso é muito ambicioso;
20. Ninguém me perguntou;
21. Não é meu problema;
22. Não temos equipamentos;
23. É impossível;
24. Eu não tenho poder de decisão;
25. Isso levará muito tempo;
26. Nós não temos chance;
27. Isso é muito radical;
28. Outro departamento já tentou e não conseguiu;
29. Isso não é nosso problema;
30. Estamos esperando uma orientação para executar isso;
31. Eles estão muito arraigados;
32. Não tenho motivação;
33. Eles não querem mudar;
34. Nunca será aceito!
35. Isso é muito visionário;
36. Não há uma ordem clara;
37. Não vai funcionar neste departamento;
38. Isso não vai decolar;
39. Estou pronto, mas...
40. Não há orçamento;
41. Não há esperança;
42. Eles não irão financiá-lo;
43. Há muita burocracia;
44. É necessário mais estudo;
45. São regras e não podemos fazer;
46. A SOX não permite;
47. Não tenho autonomia;
48. Eu não consigo;
49. Não é da minha alçada;
50. O departamento jurídico não aprova.
Qualquer semelhança com o seu dia-a-dia é mera coincidência.
Apesar de todas as resistências às mudanças e projetos, temos que ultrapassá-las.
[*Baseado no texto de Christophe Lastennet]
1. É muito caro;
2. É contrário à política da empresa;
3. Isso é responsabilidade de outra pessoa;
4. Eu não tenho certeza se o meu chefe vai gostar disso;
5. Nós sempre fizemos isso deste jeito e deu certo;
6. Isso é complicado;
7. Nós ainda não temos consenso;
8. Eu não posso fazer;
9. Eu não tenho mão-de-obra;
10. Estamos fazendo como tem que ser feito;
11. Nós tentamos isso antes e não deu certo;
12. Isso é apenas modismo e não funciona aqui;
13. Isso é contra a tradição;
14. Não há tempo suficiente;
15. Não se pode fazer;
16. Talvez. Talvez não.
17. Nunca fizemos isso antes;
18. Não é meu trabalho;
19. Isso é muito ambicioso;
20. Ninguém me perguntou;
21. Não é meu problema;
22. Não temos equipamentos;
23. É impossível;
24. Eu não tenho poder de decisão;
25. Isso levará muito tempo;
26. Nós não temos chance;
27. Isso é muito radical;
28. Outro departamento já tentou e não conseguiu;
29. Isso não é nosso problema;
30. Estamos esperando uma orientação para executar isso;
31. Eles estão muito arraigados;
32. Não tenho motivação;
33. Eles não querem mudar;
34. Nunca será aceito!
35. Isso é muito visionário;
36. Não há uma ordem clara;
37. Não vai funcionar neste departamento;
38. Isso não vai decolar;
39. Estou pronto, mas...
40. Não há orçamento;
41. Não há esperança;
42. Eles não irão financiá-lo;
43. Há muita burocracia;
44. É necessário mais estudo;
45. São regras e não podemos fazer;
46. A SOX não permite;
47. Não tenho autonomia;
48. Eu não consigo;
49. Não é da minha alçada;
50. O departamento jurídico não aprova.
Qualquer semelhança com o seu dia-a-dia é mera coincidência.
Apesar de todas as resistências às mudanças e projetos, temos que ultrapassá-las.
[*Baseado no texto de Christophe Lastennet]
Marcadores:
DIAGNÓSTICO DA MÁ GESTÃO,
Gestão da mudança
sábado, 20 de agosto de 2011
COSTURAR IDEIAS
Muitos pensam que ideias revolucionárias são resultados de investimentos elevados ou da mais avançada tecnologia. Acreditam que se não houver os dois ingredientes é impossível criar alguma coisa.
Não é bem assim! Com freqüência as ideias são remendadas e costuradas com outras que estão acontecendo por perto. Uma passa a ser o complemento da outra. De uma ideia nasce outra.
E quando isso acontece, as ideias de outras pessoas são costuradas com novas formas e de repente criamos algo diferente que não estava planejado no início ou que ninguém havia pensado antes.
As inovações nascem disso!
Dessa forma, temos que mudar os nossos modelos mentais. Muitos não querem conectar as ideias, mas defendem protegê-las. E quando se protege a ideia, não há estímulo.
Uma coisa é certa: encontros novos, interessantes e imprevisíveis, com pessoas novas, interessantes e imprevisíveis, permitem experiências diferentes. E novas ideias!
Quando todo mundo se junta e compartilha suas descobertas, pesquisas e recentes dados, novas oportunidades e momentos criativos podem nascer.
Portanto, as pessoas precisam conectar as suas intuições criativas. Ou seja, a metade da minha idéia se completa com a metade da ideia do meu amigo, colega, parente ou desconhecido.
E assim a gente costura as ideias e inventa algo novo!
Não é bem assim! Com freqüência as ideias são remendadas e costuradas com outras que estão acontecendo por perto. Uma passa a ser o complemento da outra. De uma ideia nasce outra.
E quando isso acontece, as ideias de outras pessoas são costuradas com novas formas e de repente criamos algo diferente que não estava planejado no início ou que ninguém havia pensado antes.
As inovações nascem disso!
Dessa forma, temos que mudar os nossos modelos mentais. Muitos não querem conectar as ideias, mas defendem protegê-las. E quando se protege a ideia, não há estímulo.
Uma coisa é certa: encontros novos, interessantes e imprevisíveis, com pessoas novas, interessantes e imprevisíveis, permitem experiências diferentes. E novas ideias!
Quando todo mundo se junta e compartilha suas descobertas, pesquisas e recentes dados, novas oportunidades e momentos criativos podem nascer.
Portanto, as pessoas precisam conectar as suas intuições criativas. Ou seja, a metade da minha idéia se completa com a metade da ideia do meu amigo, colega, parente ou desconhecido.
E assim a gente costura as ideias e inventa algo novo!
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